A BELEZA
Moradora de uma pequena aldeia
francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao
estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela conhece
objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de
amor para voltar à forma humana.
Data de
lançamento: 16 de março de 2017 (Brasil)
Fiz um passeio familiar: ir ao cinema,
comer umas pipocas, depois um sorvete. O filme escolhido A Bela e a Fera,
produção Disney, uma história mais que batida, e de conhecimento de todos. Sem
novidades na história, ou enredo, ir ao cinema para que? Todo mundo sabe que a
Bela vai ficar com a Fera, na verdade um príncipe amaldiçoado por suas atitudes
nada aceitáveis.
A surpresa foi: gostei do filme,
e fiquei empolgado com ele. Mas tudo tão igual e previsível, mas adorável.
Sucumbir à BELEZA.
Por que não a beleza? Privar-se da beleza, do
simples deleite de olhar cenas tão bem feitas, que se desenrolam acompanhadas
de uma música agradável.
Um musical bonito. Observar o belo e permitir-se
encantar, sonhar, brincar, sonhar, achar engraçados os utensílios domésticos
humanizados.
Observando também que ver um filme no cinema é
impagável. Aprendi isso nos anos 1970 quando assisti ao filme 2001 – Uma Odisseia
no Espaço.
Nossa cultura anda excessivamente realista, dura,
cruel, permeada de notícias de um jornalismo sensacionalista, “pois a sociedade
tem o direito à informação”, em busca da crista da onda, do sucesso objetivando
a venda de espaço publicitário.
Minha sugestão: repita minha experiência. Vá com
sua família (pouco importa sua constituição) ao cinema.
O evento familiar foi importante para nós, casal e
filha passeando a pé, comentando sobre a melhor cena, a qualidade dos efeitos
especiais (Que efeitos!!! Que especiais!!!), e a qualidade dos desenhos. Tudo sendo
padrão Disney.
Noite maravilhosa: cinema, pipoca, sorvete, papos
leves, descontraídos e infantis, assim como sempre deveríamos ser.
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